Ela, aos 21 anos, era uma mulher legítima daquelas que tinha seu próprio negócio, cartões de banco, contas que nunca deixava de pagar, um cachorro, um gato, saltos (e sabia muito se equilibrar)neles, remédios controlados, esmalte, tinta no cabelo, internet 3G, carteira de motorista, mini-saia e um livro na mão…
Livros, filmes, fotografia e música eram coisas que adorava na vida. Pela fotografia conseguia captar a essência do momento, pelos filmes encontrava sempre uma saida, aquela insight que funcionava bem na hora certa ao se ver encurralada e pela leitura sabia ler pessoas aos primeiros gestos, primeiras palavras…
… Mas nada disso funcionava quando o assunto era amor.
Em algum lugar alguém lhe escrevia cartas dizendo que seu namorado fazia videos pornográficos para uma amiga de internet, do outro lado ele dizia que a amava e do outro lado ela estava perdida.
Eram esses pequenos momentos que não sabia se era uma mulher, ou era uma adolescente com grandes responsabilidades prematuras.
As vezes queria abandonar tudo, ele que continuasse com suas farras pela internet, e que sua amiga continuasse achando que fazia parte de algo especial, ele fazia isso pra todo mundo, ninguém tinha exclusividade.
E seu coração teria? Ela deveria continuar guardando seus sentimentos para ele? Pensava em qual seria sua escolha, e ali não se achava uma mulher feita.

Em busca de respostas? Eu também, então deixe seu comentário, opinião ou sugestão que lerei com muito carinho

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