O mundo se estendia lá fora, e ela não sabia o quanto. Sempre achava tudo pequeno demais, como se as ruas fossem limitadas e as cidades não passassem daqueles bairros que ela já conhecia. Sonhava em ganhar o céu, para outros continentes, pisar em novas terras, mas isto era como quem sonhava com nerverland, ou algo ainda mais inexistente, as ruas era realmente pequenas.
Pensava em tudo isto enquantro olhava pela janela, o céu era cinza… dias cinzas a deixavam triste, insegura, solitária. O frio tocava-lhe a pele como se fosse o reflexo do seu exterior, em suas mãos sua câmera pedia cliques, queria olhar o mundo pela lente e esquecer-se do mundo realmente como era, queria ver apenas a beleza das coisas.
Se perguntava por onde ele andaria estas horas, olhava para o relógio, para cama, ao redor, olhava para todas as coisas mas continuava se perguntando. Não queria pensar, não queria deixar que as ultimas coisas que lera, que sentira influencia-se em sua distnacia, queria apenas nestes dias caminhar no frio, com a solidão, com seu eu interior. Queria cinema, arte, pincacotecas e pessoas, queria a vida, aquela interior, o ponto intectual que ela se orgulhava de ter…

respirou e se perguntou por onde ele andaria…
…em algum lugar, lembe-se de mim.

Em busca de respostas? Eu também, então deixe seu comentário, opinião ou sugestão que lerei com muito carinho

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