Ela segue o rastro, por anos o seguiu, de longe espreita a presa, como uma memória de um arrependimento que isoladamente deixa-se aparecer como para dizer que se esta ali presente com seu remorso.
Ela é uma figura do outro lado do mundo, uma figura indigente como todas aquelas que sentam-se atrás do computador para cutucar, para remoer. Ela já fez parte da vida, e agora luta bravamente para continuar sendo uma memória influente. Ela dança no fator de ter mais armas, mais ferramentas no que é o simples saber.
Ela exala o passado que tenta freneticamente entrar no presente, mesmo com violência, a arrastar todo o novo que começa, ela se alimenta do que já se foi e espera existir no que virá.
Ela incomoda, ela se mostra, ela faz seus segredos.
Ela me incomoda, definitivamente.

Em busca de respostas? Eu também, então deixe seu comentário, opinião ou sugestão que lerei com muito carinho

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