Eu sinto assim longe donde eu fui, assim eu vou, e eu não voltarei de novo…

Vejo no mundo uma porta afora, grande desajeitada: se teus pés cruzam o batente, não há mais como simplesmente deixar-se ficar, a paixão pelo desconhecido te chama, te prende, te envolve.
Não deve-se ter medo de ultrapassar este limite, o que há lá fora pode ser místico, monotomo, incabível, mas certamente lhe trará algo totalmente novo, e de novidades e emoções se alimentará tua alma. É como no mundo de Alice: podemos tirar de nossos bolsos um pedaço de bolo e escolher se ingerimos o lado esquerdo e nos tornamos grandes, ou o lado direito, e continuamos sempre pequenos, imperceptíveis.
Existe uma tênue linha, entre o mundo de ilusão e a realidade, uma viagem purgatória pelos espelhos dentro de você: no é por que se perde que se fica com medo, não por que se perde que se fica triste, as vezes tudo o que se precisa é perder tudo e ficar perdido

“Abandono tudo e me jogo no desconhecido, Amarei a queda e o vento que acariciará meus cabelos. Não,não pensem que morrerei ao tocar o chão!!

Venham comigo ! Corra para meus braços pois já estou a me deixar cair, e caso não queira vir, não me esqueça”

Em busca de respostas? Eu também, então deixe seu comentário, opinião ou sugestão que lerei com muito carinho

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